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sábado, 16 de abril de 2011

Humanização nas empresas

As empresas que buscam a modernização têm constatado que nada é mais moderno no atual momento do que a humanização de seus ambientes. A percepção da importância de se ter indivíduos satisfeitos, o que consequentemente implica em coolaboradores satisfeitos e trabalho melhor realizado, menor índice de retrabalho o que é igual a custos operacionais reduzidos. Quando falamos em indivíduos satisfeitos, não estamos falando que as empresas tenham que fazer nenhuma mágica ou reinventar a roda.

Pequenas atitudes são enormes alavancas, o simples reconhecimento espontâneo de uma iniciativa pode gerar inúmeras ações em prol do crescimento da empresa.

E o que faz uma empresa diferente?

A política de transparência com seus colaboradores, a valorização real dos mesmos, a possibilidade de crescimento como profissional e como indivíduo são alguns dos ingredientes que trazem como retorno, graus de comprometimento muito acima da média. Naquelas empresas que ainda insistem nos modelos antigos, onde o funcionário é um número, números não sentem não se emocionam com vitórias ou com derrotas, são indiferentes, e se os pares são indiferentes à empresa não faz diferença no mercado.

É importante notar que as pessoas deixam as suas marcas onde quer que estejam e são lembradas de forma positiva e/ou negativa conforme a vivência deixada, em meio à era globalizada onde impera tamanha competitividade, não é suficiente saber fazer. É preciso aparecer, sobretudo, com estilo.

Não adianta as organizações desejarem profissionais exemplares, inteligentes, tomadores de decisões, mentes brilhantes, e se esquecerem de oferecer o mínimo para que estas mentes permaneçam brilhantes. A "máquina-corpo" é sensível, frágil e carente de atenção e cuidados. Independente da hierarquia, as pessoas precisam se sentir bem para ter bom humor, necessitam de liberdade para se expressar, precisam ser ouvidas, carecem de respeito, de ambiente saudável. 


Afinal, a empresa se torna a família de muitas pessoas e, no ambiente familiar, todos esperam ser bem acolhidos.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Pessoas pequenas demais!


"As Vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas... O tempo passa... e descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torná-los reais!" 
Bob Marley

Perfeita a frase do Marley, que por acaso li em um site hoje. Quantas vezes já não pensamos a mesma coisa em varias situações em nossa vida. Do trabalho a vida em família, quantas pessoas pequenas já não encontramos, que vieram a atrapalhar tudo aquilo que havíamos planejado! Muita vezes tais pessoas agem de forma mesquinha ou querendo apenas mostrar seu poder. Ai então podemos perceber claramente como as pessoas que antes, admiramos por suas atitudes de bondade, na realidade são insanas, desumanas, egoístas, prepotentes e orgulhosas.

Bom caráter: Fique perto porque é raro.

Mau Caráter: Fique meio longe porque é mau, porém previsível.

Sem caráter: Fuja, porque este é capaz de qualquer coisa.

Mas a questão principal é que “João” amava “Teresa” que amava “Raimundo” que amava “Maria” que amava “Lili” que não amava ninguém. E quando uma pessoa não ama ninguém, ela é capaz de qualquer coisa, pois sem amor a mente fica vazia, e uma mente vazia pode destruir.

Azul e Rosa

Em 1918, um artigo do Ladies’ Home Journal explicava o que naquela época aparentemente todos sabiam: “A regra universalmente aceita é que cor-de-rosa é para os meninos e azul para as meninas. 
O motivo é que o cor-de-rosa, por ser uma cor mais forte, é mais própria para os meninos, enquanto o azul, que é mais delicado e mimoso, fica mais bonito para a menina.”
A historiadora Jeanne Maglaty, do Smithsonian Institute, está para publicar um livro no qual demonstra que o paradigma moderno (e portanto arbitrário) das cores que demarcam a diferença entre os sexos só ficou estabelecido a partir de 1940, e que a tendência anterior apontava precisamente na outra direção.

Com as coisas mudam!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

As "Idades" da Vida

O que é ser jovem? Quando se considerar "idoso"?


Geraldo Eustáquio de Souza

1) IDADE CRONOLÓGICA
É expressa pelo número de anos transcorridos desde o nascimento da pessoa até o momento atual.
Do ponto de vista cronológico, todo mundo envelhece na mesma velocidade, já que os anos não passam mais rápido para alguns e mais lentamente para outros.
Entretanto, há pessoas que aparentam ter mais, ou menos, anos de vida do que realmente têm, assim como pessoas com mais idade cronológica podem se comportar de forma muitíssimo mais jovial do que outras, com bem menos tempo de vida - ou vice-versa. Naturalmente, essas diferenças estão relacionadas a outros fatores que não o simples "correr dos anos".
O problema é que as pessoas são educadas de forma a aceitarem uma espécie de "ditadura inconsciente" da idade cronológica, pois acabam vinculando a ela, de maneira inseparável e inquestionável, a maioria das suas opções e decisões de vida. Embora seja útil na hora de se requerer a aposentadoria, nem de longe a idade cronológica deveria ser considerada o referencial mais importante da vida de uma pessoa.

2) IDADE BIOLÓGICA
É medida em função da velocidade com que o organismo de cada pessoa envelhece. Diferentemente do tempo cronológico, que tem o mesmo ritmo pra todo mundo, o tempo biológico pode aumentar ou diminuir seu ritmo dramaticamente, de pessoa para pessoa.
Assim, um ano a mais do ponto de vista cronológico não significa necessariamente um ano a mais do ponto de vista biológico. A velocidade com que os "anos biológicos" passam para cada pessoa vai depender de uma série de fatores, entre os quais:
a) carga genética individual, que a predispõe para uma série de vantagens e restrições em termos de funcionamento do seu organismo;
b) ambiente geográfico, sócio-político e a época histórica em que ela vive, que vão representar maiores ou menores demandas, desafios e condições desgastantes para o seu organismo;
c) hábitos alimentares;
d) grau de sedentarismo;
e) vícios;
A idade biológica é o termómetro que mede a eficiência do funcionamento do nosso organismo, informando o quanto estamos (ou não estamos) em forma física e mental ou seja, o estado geral da nossa saúde quando comparada aos padrões biométricos internacionalmente aceitos relativos, dentre outras variáveis à composição corporal (relação entre o percentual de gordura do indivíduo e a quantidade de massa magra), pressão arterial, audição, visão, níveis hormonais, densidade óssea, níveis de açúcar e colesterol no sangue, qualidade da pele, imunidade e metabolismo.
Devido aos avanços da ciência, nos países mais desenvolvidos, a idade biológica tende a ficar cada vez mais abaixo da idade cronológica. Hoje em dia algumas pessoas com mais de 80 anos são capazes de atravessar o canal da Mancha a nado e até correr até maratonas. Em compensação, em alguns países da África, a idade biológica de uma mulher de 30 anos já é de uma anciã.

3) IDADE SOCIAL (sócio-política-econômica)
Expressa através de "categorias sócio-econômicas" e "faixas etárias", arbitrariamente estabelecidas pela sociedade em função da idade cronológica dos indivíduos. Ainda que estejam inteiramente desajustados ou totalmente desconfortáveis dentro da categoria ou faixa-etária que lhes está sendo atribuída num dado momento, a maioria das pessoas acabam se entregando às pressões dos valores culturais, permitindo serem compulsoriamente enquadradas, sem oferecer nenhuma resistência.
Em nossa cultura, as categorias sócio-político-econômicas "clássicas" são infância, adolescência, idade adulta e terceira idade, além de uma infinidade de sub-categorias (como profissionais na ativa/aposentados; solteiros/casados/divorciados/viúvos, etc). Indissoluvelmente ligadas a "faixas-etárias" pré-fixadas, cada uma dessas categorias predispõe, de modo arrogante e determinista, os papéis, atitudes, comportamentos, atribuições, desempenhos esperados, preferências, práticas admissíveis e até o "visual" desejável para os indivíduos classificados dentro de cada uma delas.

4) IDADE MENTAL (psicológica, emocional, afetiva)
Idade Mental é a idade auto-percebida ou seja, reflete e experiência subjetiva que cada pessoa tem em relação a si própria, à sua idade cronológica, biológica e social. A idade mental é a que vai dizer, na realidade, qual é a idade real de uma pessoa, em que "faixa etária" ela sente e/ou demonstra estar, levando-se em conta as atitudes, crenças , valores e comportamentos que apresenta, para si própria e para o mundo, no seu dia-a-dia. Por exemplo, a idade cronológica de uma pessoa é 50 anos e sua idade biológica, medida segundo padrões biométricos, não passa de 40. Entretanto, sua idade mental está com menos de 30, o que facilita enormemente suas escolhas no campo da idade social. Um exemplo oposto seria alguém, com idade cronológica e biológica de 25 anos, mas cuja idade mental já é de mais de 90, fato que compromete terrivelmente suas escolhas no campo da idade social.
A idade mental capacita ou desqualifica as pessoas para realizar adaptações e mudanças em sua vida.Uma pessoa pode sentir-se muito mais jovem ou muito mais velha do que diz sua carteira de identidade. Seu comportamento, forma de vestir e falar, atitude em relação à vida, etc, serão influenciadas pela sua idade mental."

Olha não sabia que era de Camões

Soneto 11

(Luiz  de Camões)

Amor é fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer
É um não querer mais que
bem querer
É solitário andar por entre a gente
É um não contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder
É um estar-se preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor
É ter com quem nos mata lealdade
Mas como causar pode ser o seu favor
Nos mortais corações conformidade
Sendo a sí tão contrário o mesmo
Amor?

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Inclusão social de portadores de necessidades especiais.

A pessoa portadora de alguma deficiência convive socialmente com sua família, porém este convívio não se estende no trabalho,  na escola, no clube, na igreja e nas outras áreas da sociedade porque é colocada como um ser diferente, sofrem um processo de estigmatização pela sociedade. 


Nem todos estão aptos e de mente aberta para aceitar e saber viver com as diferenças do outro.Para o portador de necessidades especiais também não é fácil ser integrado na sociedade, pois a cada dia é uma nova dificuldade, seja de locomoção, de preconceito do outro para consigo ou até mesmo as suas próprias limitações, que já são uma grande barreira para eles.
É trabalhoso lidar com o diferente, abrir portas e quebrar fronteiras quando vivemos ainda em um mundo preconceituoso, mais difícil ainda e conscientizar o poder publico a facilitar a vida de quem possui alguma limitação o que é feito de forma muito lenta, enquanto outros projetos muitas vezes onerosos e não tão necessários tem prioridade.
Atualmente tenho visto muitas vagas solicitando ou incluindo também  no processo PNE, algo esta mudando as pessoas estão sendo procuradas por suas possibilidades de agregar ao mercado de  trabalho e não mais postas de lado como se não pudessem nada oferecer.  Não se trata, portanto, somente de contratar pessoas com deficiência, mas também de oferecer as possibilidades para que possam desenvolver seus talentos e permanecer na empresa, atendendo aos critérios de desempenho previamente estabelecidos, a inclusão é o crescimento de todos no respeito à diferença, no convívio com a diversidade.
Caminhando nessa linha as empresas estarão dando uma contribuição muito valiosa no sentido da inclusão das pessoas portadoras de deficiência e não trabalhando no sentido de sua marginalizarão.


Este texto é colaboração da Márcia Gribel, gostei muito.

Um Deus que sorri

"Eu acredito em Deus. 
Mas não sei se o Deus em que eu acredito é o mesmo Deus em que acredita o balconista, a professora, o porteiro. 
O Deus em que acredito não foi globalizado.
O Deus com quem converso não é uma pessoa, não é pai de ninguém. 
É uma ideia, uma energia, uma eminência. 
Não tem rosto, portanto não tem barba. 
Não caminha, portanto não carrega um cajado. 
Não está cansado, portanto não tem trono. 
O Deus que me acompanha não é bíblico. 
Jamais se deixaria resumir por dez mandamentos, algumas parábolas e um pensamento que não se renova. 
O meu Deus é tão superior quanto o Deus dos outros, mas sua superioridade está na compreensão das diferenças, na aceitação das fraquezas e no estímulo à felicidade.
O Deus em que acredito me ensina a guerrear conforme as armas que tenho e detecta em mim a honestidade dos atos. 
Não distribui culpas a granel: as minhas são umas, as do vizinho são outras, e nossa penitência é a reflexão. 
Ave Maria, Pai Nosso, isso qualquer um decora sem saber o que está dizendo. 
Para o Deus em que acredito só vale o que se está sentindo.
O Deus em que acredito não condena o prazer. Se ele não tem controle sobre enchentes e violência, se não tem controle sobre traficantes, corruptos e vigaristas, se não tem controle sobre a miséria, o câncer e as mágoas, então que Deus seria e le se ainda por cima condenasse o que nos resta: o lúdico, o sensorial, a libido que nasce com toda criança e se desenvolve livre, se assim o permitirem? 
O Deus em que acredito não é tão bonzinho: me castiga e me deixa uns tempos sozinha. 
Não me abandona, mas me exige mais do que uma visita à igreja, uma flexão de joelhos e uma doação aos pobres: cobra caro pelos meus erros e não aceita promessas performáticas, como carregar uma cruz gigante nos ombros. 
A cruz pesa onde tem que pesar: dentro. É onde tudo acontece e tudo se resolve.
Este é o Deus que me acompanha. 
Um Deus simples. 
Deus que é Deus não precisa ser difícil e distante, sabe-tudo e vê-tudo. 
Meu Deus é discreto e otimista. Não se esconde, ao contrário, aparece principalmente nas horas boas para incentivar, para me fazer sentir o quanto vale um pequeno momento grandioso: um abraço numa amiga, uma música na hora certa, um silêncio. 
É onipresente, mas não onipotente. 
Meu Deus é humilde. 
Não posso imaginar um Deus repressor e um Deus que não sorri. 
Quem não te sorri não é cúmplice."

Martha Medeiros

Já me basta!

Preconceito (prefixo pré- e conceito) é um "juízo" preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude "discriminatória" perante pessoas, lugares ou tradições considerados diferentes ou "estranhos". Costuma indicar desconhecimento pejorativo de alguém, ou de um grupo social, ao que lhe é diferente, é uma atitude de alienação a tudo aquilo que foge dos “padrões” de uma sociedade.
De modo geral, o ponto de partida do preconceito é uma generalização superficial, chamada "estereótipo". Observa-se então que, pela superficialidade ou pela estereotipia, o preconceito é um erro. Entretanto, trata-se de um erro que faz parte do domínio da crença, não do conhecimento, ou seja, ele tem uma base irracional e por isso escapa a qualquer questionamento fundamentado num argumento ou raciocínio.

Os sentimentos negativos em relação a um grupo fundamentam a questão afetiva do preconceito, e as ações, o fator comportamental. Uma atitude hostil, negativa ou agressiva em relação a um determinado grupo, pode ser classificada como preconceito.

O preconceito existe na cabeça de quem tem medo daquilo que não conhece,  do que não tem informação,  do que o assusta e do que sai do seu dito "normal", se é que existe normalidade cada vez mais a natureza mostra que o que achamos “normal” nem sempre tão normal o é, o tempo será a única arma pra quebrar isso e quem sabe daqui a alguns anos teremos uma nova mentalidade, novas gerações aprendem de forma melhor a conviver com as diferenças.

Muitas vezes existe preconceito por causa pura preguiça de pensar, analisar. Compra-se uma ideia disseminada pela sociedade ou pela família e pronto, quando se para analisar os motivos e as ideias preconceituosas vemos que são avaliações simplistas muitas vezes não conseguem resistir a um simples argumento, mas certas coisas entranhadas no meio social custam a ser mudadas, somente a custa de muito esforço se consegue isso.

Particularmente, prefiro acreditar que apesar de sermos todos diferentes, somos todos humanos, e isso me basta!

Agora pensem um pouco se achar necessário e façam a sua lista de preconceitos, pois este parece ser o único jeito de garantir que nenhum deles ficará escondido ou vá escapar quando você decidir elimina-los.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Amigos!

Vocês todos que perdem um pouquinho de seu dia visitando meu Blog, perca mais um tempinho e deixe algum comentário. Muitas vezes este comentário pequeno que seja, será motivo de varias outros comentários. Meu intuito não é só  de ficar escrevendo e mostrando que sou alfabetizado, um pouco pelos menos, mas também poder discutir e aprender mais com vocês que passam por aqui.  Como esta no inicio do blog: Ninguém é suficientemente perfeito, que não possa aprender com o outro e, ninguém é totalmente destituído de valores que não possa ensinar algo. Então vamos aprender e ensinar, estamos aqui para isso.
Caso tenha alguma coisa interessante, que queira colocar em discussão coloque nos comentários que posto na pagina principal do Blog, dando o credito de quem mandou e claro.

Abraços !!!!


Cada dia da mais nojo de político!