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sábado, 2 de março de 2013

Tecnologia x Sentimentos













Vivemos em um mundo onde as informações nos alcançam em uma velocidade extraordinária. Quem poderia imaginar que com apenas um pequeno aparelho (celular) poderíamos falar com alguém lá do outro lado do planeta, ou então, ver esse alguém em tempo real pela telinha do computador? Pois é, a tecnologia de certa forma diminuiu a distância geográfica entre as pessoas. 
Mas será que essa mesma tecnologia conseguiu aproximar os corações?

Não são raro hoje no ambiente virtual encontrarmos sites de relacionamentos, pessoas procurando por parceiros para atividades profissionais, amigos e é claro a procura da "cara metade". Parece que essa nova opção de "procura" está se enraizando em nossa cultura. É certo que isso não é de tudo ruim, afinal a tecnologia tem que estar a nosso serviço, é bom que aproveitemos tudo que ela possa oferecer, o que não deve acontecer é o distanciamento entre as pessoas em virtude desse novo meio de comunicação. Não podemos nos esquecer de que amigos e amores necessitam de atenção, de carinho e de calor humano. Nada substitui o calor de um abraço, a sensação de segurança e conforto quando alguém pega sua mão, o gosto do beijo, o calor humano. Há sentimentos, emoções, sensações que a tecnologia por mais avançada que seja nunca vai propiciar ou substituir.

Os muitos e diferentes sentimentos que as relações humanas desencadeiam em cada um de nós, jamais poderão ser substituídos pelo contato real, àquela sensação de friozinho no estômago diante da espera ou aquela sensação de alegria e até mesmo de tristeza que nos invade quando nos lembramos de alguém ou algum acontecimento marcante, são sentimentos reais, não são virtuais.

O PODER DOS SENTIMENTOS


"Todo o nosso conhecimento se inicia com sentimentos”
Leonardo da Vinci.
“Seja a mudança que deseja ver no mundo.”
Gandhi

Os sentimentos têm poder. Tudo vibra na Natureza, e vibra numa determinada frequência. Os sentimentos têm magnetismo. Bons sentimentos indicam que a pessoa está numa frequência positiva. Maus sentimentos indicam que a pessoa está numa frequência negativa. A qualidade do sentimento determina a sua frequência. Os sentimentos atraem para nosso mundo as pessoas e as situações que estiverem numa frequência similar. Se você estiver alegre, sua frequência de alegria atrairá pessoas e situações igualmente alegres. Se você estiver temeroso, sua frequência de temor atrairá pessoas e situações também temerosas. Você pode mudar sua frequência a qualquer momento, bastando para isso inovar o seu sentimento em relação a si próprio e ao mundo, e tudo ao seu redor mudará necessariamente, a fim de se ajustar precisamente ao seu padrão vibracional. A dinâmica das mudanças é uma necessidade existencial. O amanhã sempre pode ser melhor do que o hoje.
Uma relação pode estar numa frequência construtiva, como pode estar também numa frequência destrutiva. A maneira como você se sente determinará exatamente o resultado dessa relação. O sentimento que você estiver emitindo determinará o que você receberá de volta (lei do retorno). Se você estiver se sentindo feliz no seu dia a dia, você estará espargindo a felicidade no ambiente. Mais tarde, você receberá de volta exatamente à medida da felicidade que espalhou nos seus relacionamentos cotidianos.
Você pode alimentar um desejo, mas se você não tiver atitude, por se sentir impotente diante do desafio de realizá-lo, em relação a esse desejo você está sentindo desapontamento consigo mesmo, e esse estado de espírito atrairá mais situações frustrantes. Assim, você continuará a receber circunstâncias desapontadoras nas quais você não conseguirá realizar o desejo que mudará a sua vida para melhor. Muitas das nossas frustrações surgem do fato de apenas pensarmos, quando devíamos também sentir. A força transformadora do amor moverá todas as circunstâncias para que você realize seu desejo, o Universo inteiro conspirará a seu favor, mas você tem de estar receptivo para a conquista do objetivo almejado.
Quando você modifica a maneira como se sente a respeito de uma situação, você passa a irradiar um sentimento diferente, e a situação terá de mudar para entrar em sintonia com seu campo vibracional. Os sentimentos expandem ou contraem a criatividade, e sem esta a pessoa se torna despersonalizada, depressiva. Se um fato negativo aconteceu no passado, e se ele ainda repercute no presente, você não pode mudá-lo, mas pode mudar o sentimento em relação a ele. Nunca é tarde para recomeçar, pois cada momento é uma nova oportunidade para se criar uma maneira positiva de se sentir em relação ao passado. Para transformar qualquer sonho em realidade, é imprescindível acreditar no seu potencial criador, e adotar um sentimento condizente com o objeto do seu desejo, que seja capaz de transformá-lo em realidade. Um meio eficaz para se absolver a consciência e passar a conviver pacificamente com o passado é compreendê-lo e perdoá-lo, porque não há como voltar no tempo para corrigir os erros e os excessos cometidos

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Todo mundo sempre costuma repetir:
"Ano-novo, vida nova".
Mas até que ponto sabemos realmente medir o peso desta afirmação e a colocamos em prática?

Se no ano que passou,
você não conseguiu atingir suas metas,
concretizar sonhos, acumulou mágoas
e não superou desafios inesperados,
agora é a hora de abrir as janelas da mente e do coração para o futuro.

É importante captar mensagens externas e não esquecer de olhar para dentro de si porque o caminho para uma vida nova passa, impreterivelmente, por nosso universo interior.

A mutação de seu momento atual, enfim, depende exclusivamente de você. Depende do seu trabalho mental, em acreditar e realizar. Nada, nem ninguém poderá fazer isso por você.

A ajuda pode, sim, vir de fora, mas o impulso deve partir de você. Independentemente de sua situação atual.

Em primeiro lugar, questione com honestidade:

"Eu realmente quero mudar minha vida?"

Se a sua resposta for afirmativa, então é hora de mexer-se porque o ano-novo está aí.
Para que isto dê realmente certo, é necessário, antes de tudo, se permitir mudar.

O próximo passo é derrubar aquelas barreiras internas tão prejudiciais, como o preconceito consigo próprio, o medo, a inveja e o rancor.

E, não esqueça, o mundo ao seu redor apenas reflete o que você é.

Feliz Ano Novo!!

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Gostei muito de ler este artigo


Nelson Tanuma


Vivemos hoje num mundo extremamente competitivo onde as pessoas buscam desesperadamente e a todo custo, acumular bens materiais, ter corpo perfeito, ter mais tempo, ter status e poder, e assim, vivem dentro de um contexto de vida estressante, narcisista, fútil e insaciável. Esquecem-se de que, não obstante a fugacidade da vida, o que vem em primeiro lugar é SER, em seguida FAZER, para depois vir a TER. Se você busca tornar-se um profissional e um ser humano melhor, e executa seu trabalho com amor, o resultado financeiro positivo será uma mera consequência. Certa vez ouvi uma definição de status que guardei por ter achado muito hilariante e muito interessante, o qual transcrevo a seguir: “status é comprar o que você não precisa, com o dinheiro que você não tem, para mostrar para aqueles que você não gosta, aquilo que você não é”. Penso que existe uma grande verdade inserida nessa frase. Na medida em que a pessoa amadurece, ela tende é de se preocupar-se menos com a busca pelo status e passa a procurar mais sua auto-realização, entretanto, existem pessoas com a chamada Síndrome de Peter Pan, e são aquelas que recusam-se a amadurecer, apesar da idade.


É importante ter saúde, sim, e não vale a pena perder a saúde para acumular riquezas, e num futuro breve ter que gastar  toda fortuna para tentar reaver a saúde; e não obstante isso ser uma absoluta falta de inteligência, muitas pessoas hoje em dia fazem isso. A vida é uma bela viagem, e importa mais aproveitar bem a viagem do que preocupar-se apenas com o destino final.


 É essencial investir na sua estrutura pessoal e profissional, tendo um objetivo em mente, e em seguida, partir para a ação. O importante não é apenas o objetivo em si, mas sim, o que o objetivo faz conosco, como ele nos afeta e mexe com nossas emoções. É isso é que nos dá motivação para acordarmos felizes pela manhã e  nos faz sentirmos gratos por mais um dia de vida.


Tenha sonhos grandiosos,  trace metas. Se você tem uma direção, faz sentido organizar sua agenda. O importante não é o que acontece conosco, e sim, o significado que damos para aquilo que acontece em nossas vidas. É importante que estejamos aprendendo a cada instante dentro de nossa organização ou de nosso negócio próprio. Se não estamos aprendendo e crescendo é porque chegou a hora de mudar. Todos sabemos que mudar não é fácil; e, pesquisas demonstram que o ser humano tem menos medo da morte do que da mudança. A mudança nos deixa incomodados e temerosos, justamente porque nos tira da chamada zona da conforto. É preciso renovar-se a cada, dia. Saiba que, fisicamente não somos mais a mesma pessoa que fomos há sete anos atrás, já que nesse intervalo de tempo, todas as células do nosso corpo se renovaram. Precisamos nos conscientizar de que tudo mudou, muda e mudará.


É preciso ter criatividade e coragem para mudar, crescer e se desenvolver-se a cada dia. Insanidade é fazer sempre a mesma coisa e querer obter resultado diferente, isso é impossível. É preciso estar aberto às mudanças; é preciso desbloquear e dar vazão ao fluxo da vida. Busque um sentido para sua vida e a direção a seguir ficará mais clara e visível para você. Se você tem uma meta, um sonho grandioso, tudo começa a fazer sentido para você, e você passa a amar a si mesmo.


Administre bem o seu tempo, pois, tempo é dinheiro e vida, se você não tomar conta da sua vida, certamente alguém irá tomar conta por você. O dia a dia de todas as pessoas é bem parecido, o que faz a diferença são os pequenos detalhes. É bem verdade que o hábito faz o monge. Cuide-se! O tempo não para e não volta atrás.

terça-feira, 22 de maio de 2012

O sonho só acaba quando você desiste!

Depois que a gente cresce, descobre que várias coisas não eram exatamente como a gente imaginava, no entanto, isso não significa que o sonho não possa ser realizado. Cada um tem um sonho, e cada sonho é a sua realização, é sua maneira de se sentir feliz, mas talvez a felicidade não seja a grande realização de sua vida e sim a união de vários momentos felizes, daqueles que você faz momento a momento.

Um sonho não realizado no momento em que você gostaria que fosse, não se torna impossível, nesta vida nada é impossível, depende de quanto você deseja alguma coisa e o quanto você vai batalhar para que ele se torne realidade.

A vontade de realizar algo, é o que impulsiona a viver, ter um objetivo, um sonho, faz com que você acorde todos os dias, e vá atrás dele, de alguma maneira, às vezes trabalhar não é o que mais gostamos, mas somente assim, chegamos perto de realizar, nem sempre o sonho de nossas vidas, mas as pequenas coisas que nos fazem felizes.

Muitas vezes, uma festa no final de semana, pode ser o que vai lhe impulsionar a ter uma semana melhor, podemos sonhar de vários tamanhos, preços, qualidades, o que importa é sonhar, acreditar nele, afinal as coisas só se realizam pra quem acredita, e sonhar não tem preço, não tem cobrança, e você pode fazer sempre, sonhar é grátis.

O que devemos fazer é não parar nunca, sempre ter algo que ligue nossos motores, que faça com que tenhamos mais vontade de viver, não que sua vontade dependa de outros fatores, mas sim, de si mesmo, ter garra, ter determinação. Mesmo nas horas que tudo indicar que deu errado, é nessa hora que você mais precisa sonhar, acreditar, viver, ir atrás, batalhar.

Quando desistimos de nossos sonhos, a vida perde a graça, perde o sentido, os sonhos são o sentido de nossa vida, o sonho só acaba, quando você desiste.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Mas em que são baseados esses valores?

Mas em que são baseados esses valores? Quem nos ensina que uma coisa vale mais do que aquela, ou que um sentimento vale mais do que aquele são, normalmente nossos pais e, mais tarde, quando rompemos o cerco familiar, a sociedade que nos cerca.
A meu ver, hoje em dia, neste mundo materialista onde tudo o que tem valor precisa ter um ‘cifrão’ na frente, é difícil falar de valores outros que não os materiais.
Aprendemos também o valor do dinheiro, ou seja, daquele papel com o qual negociamos e compramos qualquer coisa que desejamos: comida, roupa, carro, TV, aparelho de som, etc.
O marketing se encarrega de nos indicar o valor das coisas e nós, presos numa armadilha tecida por nossa sociedade, ansiamos cada vez mais adquirir coisas de ‘valor’.
No entanto, existe outro valor importante e este não é comprável, adquirível!
Eu dou valor à amizade, dou valor aos sentimentos, dou valor aos ensinamentos que recebi, e que norteiam minha vida. Dou valor a uma palavra amiga, dou valor a um gesto carinhoso, a um sorriso quente, a uma mão que me afaga e consola. As dificuldades que enfrentamos em algum campo de nossa vida são criadas principalmente por carência de valor naquela área, ou seja, elas acontecem principalmente no campo que negligenciamos porque não o consideramos importante, não lhe damos valor. Desta forma não usamos a Lei da Atração. Atraímos naturalmente pessoas parecidas conosco, nos rodeamos de amigos parecidos, porque como poderíamos ter amigos que não admiramos? Aos quais não damos valor? E se não damos valor aos bens materiais, como poderemos ser supridos? E se não damos valor aos bens morais, como os conseguiremos? Como nos cercaremos de pessoas honestas, integras, com valores sólidos, e não aquelas que apenas aceitam o que é  empurrado pela sociedade consumista?
É claro que não estou dizendo que devemos dar valor somente aos sentimentos, ou às heranças familiares, ou à amizade, já que precisamos de bens materiais. Porém afirmo que tudo precisa ser bem balanceado, bem equilibrado, pois se damos um excessivo valor aos bens materiais acabaremos doentes e se damos um excessivo valor aos bens emocionais, acabaremos também doentes! De uma maneira ou de outra a balança precisa ficar equilibrada. 

sábado, 3 de março de 2012

Às vezes parece que o mundo está de pernas para o ar. No bombardeio de informações e notícias que chegam à sociedade a cada instante, seja por meio do rádio, da televisão, de revistas ou da Internet, a violência, os atos de corrupção, os sequestros, os crimes com requintes de crueldade ganham cada vez mais destaque.  A educação recebida dos pais e das escolas, os valores como ética, moral e caráter, a religião e da família, estão perdendo espaço para novas formas de comportamento regidas pelas leis do mercado, do consumo e do espetáculo.  
Vive-se numa época de grande barbárie e de pouca solidariedade. São tempos de alta competitividade guiados pela lógica da acumulação de bens e das aparências. Em nome dessa nova ideologia, os indivíduos se permitem agir passando por cima de valores que sequer chegaram a formar. O que importa é ser reconhecido, ser admirado, ter acesso a uma infinidade de produtos e serviços e usufruir o máximo do prazer.
E para isso, tudo é válido. Age-se de acordo com o momento e com a conveniência. Nesse contexto, não há por que esperar e se sacrificar para adquirir bens e ter sucesso, se existe meios mais rápidos para conseguir o que se pretende. Mas afinal, que tempos são esses em que as pessoas passam umas por cima das outras, sem qualquer constrangimento ou culpa, em busca de dinheiro e poder? Será que é possível encontrar uma luz no fim do túnel e ter otimismo nesse cenário?

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Acreditar não e tao fácil

Eu já errei. Já fingi um sorriso, já falei palavrões, já falei mal e já briguei, Mas nunca disse um “eu te amo” dá boca pra fora, eu posso fazer o que for, mas jamais vou iludir uma pessoa com falsas palavras, porque sei quanto machuca o coração.
Pensar não é uma tarefa fácil, principalmente devido ao forte apelo emocional que nossa constituição física e mental proporciona. Somos seres de emoção antes de qualquer coisa.
Sabemos que o raciocínio é influenciado em grande parte pela emoção e neste sentido o ato de pensar pode ser angustiante, motivando muitas pessoas a evitar tal prática.
O que identifica se uma afirmação é pensada ou negligenciada é a coerência e a conexão concreta com o mundo, neste sentido, quanto mais conectada com o mundo é uma afirmação, menor é a exigência de acreditarmos e maior é a possibilidade de comprovação. Acreditar e comprovar são os agentes que validam o pensamento.
A principal diferença entre uma crença e uma comprovação consiste no fato da comprovação exigir uma seqüência de fatos contextualizados enquanto que uma crença pode negligenciar as evidências.
Um termo muito usado para identificar erros do pensamento é chamado de falácia. Uma Falácia é uma afirmação pensada de maneira superficial, negligenciando as evidências, sendo fundamentada por crenças.
Muitas pessoas e instituições fazem um grande esforço para produzir erros de raciocínio aceitáveis, seja para vender um produto ou vencer uma discussão.
Fazer com que as pessoas sejam influenciadas por falácias é uma arte cada vez mais estudada e praticada no cotidiano. Hoje é consenso que a responsabilidade de não acreditar em afirmações propositadamente equivocadas é individual.  Alguns entendem que a responsabilidade não é de quem produz o engano e sim da pessoa que acredita.
Com tantas tentativas de influenciar as pessoas, torna-se importante ficar atento para identificar as falácias.
A melhor maneira de se proteger é sempre perguntando pelo conjunto de evidências e não aceitar apenas uma evidência como verdade.
Como as crenças estão intimamente associadas aos sentimentos e estes são porta de entrada para influenciar uma pessoa, geralmente os truques para criar uma ilusão usam da crença através de algumas das técnicas de persuasão.
Uma das maneiras de convencer alguém é através do seu sentimento por outra pessoa ou pela autoridade no qual tenha adquirido confiança. Neste sentido, ao receber a informação de alguém que você gosta ou que acredita, é possível que ocorra menor questionamento sem o exercício de identificação de possíveis falácias.
Quando alguém acredita em algo, está apenas manifestando um sentimento e não um conjunto contextualizado de evidências.
Tentar fazer você acreditar em algo consiste em motivar sentimentos e criar uma ilusão onde a pessoa terá dificuldades em ficar atento para as inconsistências e não conseguirá questionar adequadamente certas afirmações.
Para se proteger deste tipo de influência é aconselhável perguntar sobre suas emoções frente alguma afirmação. Observe se é necessário confiar/acreditar no que é afirmado ou existem e são demonstradas evidências concretas.
Para influenciar é importante criar distrações. Normalmente se insere falácias dentro de polêmicas e dramatizações. Isso ocorre devido ao fato da pessoa acabar prestando mais atenção ao que é polêmico ou dramático e desta forma não percebe algumas inconsistências do que é afirmado.
Não se deixe influenciar, busque pelo conjunto de evidências e observe atentamente o contexto das afirmações.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

"Aprender com a experiência dos outros é menos penoso do que aprender com a própria".
José Saramago

Ultimamente venho percebendo o quanto as pessoas boicotam a si mesmas. Não é raro observar pessoas se enganando, quando precisam crescer ou melhorar em algum aspecto, enxergar verdades que podem machucar, tomar atitudes difíceis, etc.
Acho que temos que aprender a ser verdadeiros acima de tudo, principalmente com questões que dizem respeito a nossa evolução. Enxergar as próprias falhas é ser coerente com determinados assuntos que podem nos fazer crescer como seres humanos e como profissionais. Podemos ate tentar nos enganar. Mentindo pra nós mesmos, mas no fim acabamos admitindo a verdade.
Quando não admitimos que precisamos mudar em algum aspecto, muitas vezes estamos fechando os olhos para nossa necessidade de aprendizado e recusar aprendizado é enganar a si mesmo.
E ser autoconfiante demais também demonstra que estamos nos engando, afinal porque nos sentimos melhores do que os outros, o que nos permite ter essa impressão? Na maioria das vezes a ideia de satisfação com a condição atual serve para evitar termos que mudar algo, mesmo que isso nos incomode, ou justificar nosso erros.
Bem, acho que deu para entender perfeitamente,que ser verdadeiro consigo mesmo é entender suas incapacidades e necessidades de melhora, é aceitar as críticas e crescer como ser humano. A consciência da necessidade de crescimento contínuo demonstra a verdade para consigo mesmo! Muitas vezes devemos usar experiência de outros para poder entender o nosso próprio crescimento.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Amor ou paixão?

Amor e paixão são sentimentos diferentes se definirmos amor como um interesse sincero por uma outra pessoa e paixão como um forte desejo que pretendemos satisfazer.
O amor autêntico dirige-se à outra pessoa. Se necessário, estamos disponíveis a sacrificar o nosso bem estar para fazer com que o outro seja mais feliz. Enquanto que a paixão pode ser simplesmente uma satisfação egoísta. Portanto se o que uma pessoa sente é paixão, não deve esperar amor em contrapartida.
Quem já mergulhou de cabeça no amor? Quem já teve aquela sensação de se diluir e de se perder no outro, como se estivesse completo? Acredito que muitos de nós. Mas, será que o que sentimos era realmente amor?
Na realidade, o que vivemos foi o encantamento da paixão. Nessa fase do relacionamento, se experimenta um estado de magia que se alimenta do desejo e da atração, mas que cega a ambos. O parceiro não está realmente visível para o outro. Não há questionamentos e tudo ilusoriamente se encaixa.
É sentimento muito especial. Contraditório, eterno enquanto dure porem forte e frágil ao mesmo tempo. A paixão simplesmente acontece! E nos deixa vulneráveis e indefesos. Os cientistas a descrevem como uma descarga bioquímica que transporta no interior de nosso ser um misto de adrenalina e outras substâncias, que produzem uma confusão inebriante e nos deixa embriagados de amor.
Os aspectos negativos aparecem quando, ao findar da mágica, só resta a sensação de um sentimento que não se renova, no momento que temos a exata medida do resultado zero e da verdade do amor cego, que era muito bonito, mas que, quando se torna real, não consegue vislumbrar nenhum atrativo.
A recuperação muitas vezes, é uma das mais perversas e pode necessitar até de acompanhamento psicológico para salvar o que ficou.
O amor se transforma e precisa de cuidados para que o sentimento seja sempre resgatado e possa manter o relacionamento como uma síntese de desejo e afeição.
A paixão, ao contrário do amor, dura intensamente por um tempo muito curto e a estabilização no amor acontece na medida em que os amantes passam a ter uma visão real da verdade do outro.
A maturidade do envolvimento afetivo consegue suportar a frustração de não conseguir ver no outro aquela perfeição ambulante.
A dificuldade a ser superada se dá quando este sentimento não consegue se reorganizar e o ajuste de um novo relacionamento terá que contar com a realidade mascarada.
Todos nós queremos viver um grande amor e com uma paixão ainda melhor, nem que seja uma única vez.
Valiosos os relacionamentos que, de uma grande paixão, vão caminhando, lentamente se solidificando, sem a dimensão conquista e nem sentimento furacão, mas sólidos e intensos, que como diluindo a paixão a tornam eterna.
O amor ao parceiro permitirá o Amor à Vida, onde um não precisa do outro para viver, mas escolhe ficar com o outro, reconhecendo sua individualidade.
Nesse momento, fruto de um processo de amadurecimento, aprende-se a distinguir entre amor e dependência, amor e obsessão, amor e sexualidade, e por fim entre amor e paixão.