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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Meus amigos

Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho.
Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras apenas vemos entre um passo e outro.
A todas elas chamamos de amigo.
Há muitos tipos de amigos.
Talvez cada folha de uma árvore caracterize um deles. Os primeiros que nascendo broto é o amigo paie a amiga mãe.
Mostram o que é ter vida.
Depois vem o amigo irmão, com quem dividimos o nosso espaço para que ele floresça como nós.
Passamos a conhecer toda a família de folhas, a qual respeitamos e desejamos o bem. O destino ainda nos apresenta outros  amigos,os quais não sabíamos que iam cruzar o nosso caminho.
Muitos desse são designados amigos do peito, do coração. São sinceros, são verdadeiros.
Sabem quando não estamos bem, sabem o que nos faz feliz...
Mas também há aqueles amigos por um tempo, talvez umas férias ou mesmo um dia ou uma hora.
Esses costumam colocar muitos sorrisos na face, durante o tempo que estamospor perto.
Falando em perto, não podemos nos esquecer dos amigos distantes, que ficamnas pontas dos galhosmas que quando o vento sopra, aparecem novamente entre uma folha e outra.
O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima, e perdemos algumas de nossas folhas. Algumas nascem num outro verão e outras permanecem por muitas estações. O que nos deixa mais felizes é quando as folhas que caíram continuam por perto, continuam alimentando as nossas raízes com alegria.
Lembranças de momentos maravilhosos enquanto cruzavam o nosso caminho.
Desejo a você, folha da minha árvore, paz, amor, saúde,
sucesso, prosperidade sempre...
Simplesmente porque cada pessoa que passa em nossa vida é única.
Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós. Há os que levaram muito, mas não há os que não deixaram nada. Esta é a maior responsabilidade de vida e a prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso.
Obrigado pela oportunidade de conhecer e dividir momentos felizes ou não, com todos vocês.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O real e o imaginário

Vivemos na atualidade a busca de novos caminhos que possam conduzir à compreensão e à superação da realidade. A imaginação tornou-se o caminho possível que nos permite não apenas atingir o real, como também vislumbrar as coisas que possam vir a tornar-se realidade. Embora as sociedades tenham, nas últimas décadas, privilegiado as imagens como forma de conhecimento e de comunicação social, esse fenômeno que utiliza as imagens televisivas ou computadorizadas não trouxe consigo a emergência de um imaginário mais rico ou complexo. As imagens padronizadas não conseguiram construir, através de seus recursos simbólicos, qualquer universo do imaginário social que pudesse superar as antigas narrativas orais, o teatro das ruas e os rituais sagrados e profanos que fizeram parte durante séculos da composição do imaginário social. Porém, o imaginário não foi derrotado no confronto com a racionalidade das imagens massificadas, produzidas para o consumo fácil, encontrando-se presente cada vez mais nas fantasias, e projetos, nas idealizações dos indivíduos e em outras expressões simbólicas, religiosas ou leigas, que traduzem e constroem as suas emoções em um novo contexto imaginativo.  
O imaginário em liberdade, que rompe os limites do real, consiste na explosão que propicia o início de uma nova época ou apenas o tempo efêmero e extraordinário de uma festa.
Com os grandes problemas e o peso que a vida às vezes nos impõe, o nosso mundo real está cada vez mais difícil de viver, pois está repleto de preconceitos, indiferença, violência, tristeza, desigualdade social depressão, acontecimentos chocantes que vemos todo dia.
Já no mundo imaginário, vivemos as fantasias que estão no nosso inconsciente e que no mundo real não podemos colocar em prática, também ditamos nossas próprias regras, somos donos do nosso destino e fazemos o que temos vontade, sem ninguém para criticar, podemos ser quem a gente quiser fazer nossa própria história sempre com o final feliz.
Na verdade não sei o que é mais prejudicial, ser muito cético, e só viver no mundo real, ou ser muito fantasioso, e criar o mundo imaginário e não querer sair dele. Acho que temos que ter um equilíbrio. Mas quando uma pessoa cria um mundo destes e se fecha para a realidade, não totalmente, mas na parte sentimental principalmente, ele se torna mais fria, trata situações como se já tivesse vivido aquilo e compara tudo a seu mundo. Depois de um bom tempo neste mundo imaginário à saída já é distante, enfrentar o mundo real é algo que se tornará trauma, pois os traumas já são modelos prontos na mente, empilhados um a um em um imenso muro do qual sair significa derrubar o muro e ser exposto ao mundo real. Algo que deve ser feito com uma mente forte e com muito apoio de outras pessoas.
A fantasia não propõe apenas outra realidade na qual os objetos estão sujeitos às suas novas regras e normas, mas também ultrapassa as representações sistematizadas pela sociedade, criando outro real. Não deixa de ser real, porque não é ilusão ou loucura, mas outra forma de conhecer, perceber, interpretar e representar a realidade. Possui uma lógica própria compartilhada pela coletividade, que desafia a descrença na existência de seres extraordinários e nas experiências insólitas.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Não sou de meios termos

“Eu sou um ser totalmente passional. Sou movida pela emoção, pela paixão. Tenho meus desatinos. Detesto coisas mais ou menos, não sei amar mais ou menos, não me entrego de forma mais ou menos. Se você procura alguém coerente, sensata, politicamente correta, racional, cheia de moralismo… Equeça-me! Se você sabe conviver com pessoas intempestivas, emotivas, vulneráveis, amáveis, que explodem na emoção: acolha-me.
Clarice Lispector

Exagerado!
Eu sou mesmo exagerado!
Esse sou eu.
Não sou uma pessoa de meios-termos. Ou amo, ou odeio.
Minha personalidade geralmente bem passional me leva sempre mergulhar de corpo e alma em quase tudo.
E tenho a plena convicção de que pessoas movidas por sentimentos sofrem muito mais do que as outras. Porque o que te alimenta as vezes te destrói, quem se alimenta de sentimento, quem ama verdadeiramente, quem se expõe demais, quem é sincero e dá a cara a tapa, corre o risco de levar um outro de volta. E muitas vezes leva. Mas e daí? Ser autêntico tem um preço.
O problema é que, os passionais por natureza antes mesmo de a mão atingir seu rosto, já perdoam àqueles que o agrediram. São bobões, amam incondionalmente na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza e na coerência e discordância. Porque aceitar as pessoas como são também é coisa de gente piegas que é movido por aquela coisinha implicante que não nos deixa em paz: o AMOR.
Amar é realmente um sentimento FDP não? Porque mesmo quando você acredita no seu ponto de vista, ele, não deixa o orgulho ser suficientemente maior que a convicção. O amor realmente transforma. Isso para quem ama, é claro. Resumindo, o amor é bundão. Mas ter razão não significa ter certeza.
Outra coisa que aprendi é que apesar de detestar conflitos, eles revelam lugares antes desconhecidos. Mostram o amor que as pessoas sentem (ou não) umas pelas outras e nas horas mais conflitantes é que enxergamos com clareza o quanto somos amados, o quanto pesa um relacionamento para um e para outro e descobrimos que a balança nem sempre está na mesma altura. Nos momentos de explosão é que descobrimos nosso valor. Mas dói demais quando descobrimos que nem sempre temos a reciprocidade das pessoas próximas a nos. Enfim, é um risco que corremos.
Mesmo assim, não deixarei em nenhum momento nessa nossa curta estadia aqui, de amar incondicionalmente e passionalmente as pessoas que estão próximas a mim, e com certeza exageradamente e que querendo protege-las de tudo. Mesmo sabendo que não terei o sentimento devolvido da mesma forma, na maioria das vezes, não vou corromper meus sentimentos. Quando a gente ama, não deixa de amar. Se um dia deixar de amar, é porque nunca amou.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Sinta-se feliz!


Aquele que se alegra com o sucesso dos outros, enxerga para si próprio as possibilidades para o seu próprio sucesso e felicidade. 
Shamala Tan

Ver a felicidade de alguém que amamos é tão bom quanto nossa própria felicidade. A alegria da outra pessoa pode ser a nossa alegria. Quando se consegue pensar sem se ter uma visão mesquinha e egoísta da vida, percebemos que quando alguém muito próximo e que queremos muito bem, consegue realizar seus sonhos, indiretamente estamos também realizando o nosso, porque o mais importante será ver esta pessoa feliz!

Neste caso amar não é ver a sua própria satisfação e felicidade, mas ao do outro, não é apodera-se do outro para satisfazer-se, é o contrário, é dar-se ao outro para completá-lo. E para isto é preciso que você deixe de lado certos pensamentos mesquinhos. Você só começará a compreender o que é amar, quando a sua vontade de fazer o bem for maior do que a sua necessidade de satisfação própria, infelizmente o egoísmo ainda predomina na maioria das vezes, nos impedindo de apreciar as realizações dos outros. Preste atenção nas realizações das pessoas que estão à sua volta, na realização de seus sonhos e em sua felicidade, ajude sempre que puder ou quando pedirem sua ajuda.

Sinta-se feliz pelo sucesso e felicidade dos outros, muitas vezes de alguma forma você pode ter contribuído para isso, e no fundo também será sua a realização, nem sempre contribuímos fisicamente, porém muitas vezes apenas nossa proximidade será o incentivo para alguém buscar seus sonhos.

Portanto:

Sinta-se feliz porque alguém cuida de sua felicidade;
Sinta-se feliz porque alguém preocupa quando as coisas não estão dando certo;
Sinta-se feliz porque alguém se coloca a postos para ouvir suas dúvidas;
Sinta-se feliz porque alguém dá uma sacudida em você quando é preciso.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012


Convicções são maiores inimigas da verdade que mentiras.
Friedrich Nietzsche

Fico bestificado como a mentalidade do mundo continua estacionada na idade média, mesmo com todo desenvolvimento e tecnologia, mentalmente continuamos presos aos mesmos dogmas religiosos, preconceitos culturais e sociais e superstições totalmente destituídas de fundamento. Porque determinadas coisas levam tanto tempo para serem modificadas ou mudam sua forma de expressar, mas o sentido continua o mesmo.

Algumas superstições são tão arraigadas nas sociedades modernas que todo mundo, de leigo a cientista, sucumbe a esses atos insensatos ou, pelo menos, se sente um pouco desconfortável se não o faz.

Não se pode negar que a religião incentiva a boa moral e a sociabilidade entre os povos, senão, as igrejas não teriam um grande público que vão até ela para possuir conforto espiritual, e também, o que vemos nos cultos religiosos são palavras que negam o crime como um todo, desta forma, vê que a religião possui sim conceitos que ajudam a moralizar e a socializar. O problema e quando esta moral esta em desacordo com o desenvolvimento humano ou encontrasse impregnada de preconceito, superstições e intolerância, sendo usada muitas vezes para dominar, impedindo que as pessoas pensem.

Não sendo críticos em relação aos dogmas ou “leis” religiosas, iremos acreditar em qualquer coisa que possa resolver nossas dificuldades, e é aí que surgem os problemas, pois, o homem fragilizado pelo medo e pela esperança por dias melhores, como também tendenciado a acreditar em qualquer coisa que retire seu medo e lhe ofereça os tempos que tanto deseja, o mesmo começa a crer em superstições, assim, tornando-se escravo dela, não é a religião em si que causa esses males ao povo, mas sim, a forma que ela é interpretada e o mau uso dessa interpretação.

A partir do momento que as pessoas se desvincularem dos medos e das superstições, elas se tornarão mais sensatas em relação ao outro, pois, estarão agindo de acordo com razão, assim, fará da sua consciência, o melhor meio de agir de acordo com suas necessidades e sem infringir na liberdade alheia, tornando-se uma pessoa justa e moralmente correta.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012


Certas coisas são engraçadas, como muitas vezes avaliamos alguém que nem sempre conhecemos, em função de sentimentos ou situações específicas em determinados momentos.

Com certeza muita gente já fez isso, até de forma exagerada, avaliou muitas vezes, de forma errada em função de percepções equivocadas ou de sentimentos bons ou maus que se apresentavam naquele momento. Pior ainda quando estas avaliações se fazem em função de observações vindas de uma terceira pessoa, pois isso na maioria das vezes será totalmente diferente da realidade.

Então, tenhamos paciência e calma, pois tudo tem seu momento, quem sabe não ficando de forma defensiva ou sendo extremamente negativo, as coisas sigam de forma mais amena e real.

Muitas vezes deixamos de conhecer ou conviver com pessoas maravilhosas em função de conceituações totalmente irreais, ou já maculadas por sentimentos pré-estabelecidos.

Então deixemos nossas avaliações e conceitos para o momento certo, não sejamos “cabeça dura” nem façamos avaliações a priori, é mais sadio e melhor conviver com alguém para possamos encontrar algo que possamos admirar nessa pessoa, prefiro  ver o que de bom as pessoas tem, na maioria das vezes nem procuro o outro lado, só quando sou teimoso.

Então deixemos que pessoas novas venham somar com novas experiências e novos conhecimentos em nossa vida, porque muitas vezes assim encontramos grandes amigos!

É muito interessante quando podemos acompanhar o crescimento de uma pessoa, não no sentido financeiro ou profissional apenas, mas a estruturação de sua personalidade e de seus sentimentos o que consequentemente trará estabilidade em outros aspectos de sua vida.

Alguém que durante muito tempo se sentia frágil, perdido, desprotegido e com dúvidas constantes em relação à vida, sempre preocupado ou se comparando, com medo de seu futuro ou de como as pessoas o viam. Apesar de todas as dificuldades, conseguiu administrar seus problemas e buscar soluções. Soluções estas que não estavam fora dele, e não dependiam de ninguém para serem postas em prática, dependiam apenas de sua própria iniciativa, de sua capacidade de aceitar e mudar o que deveria ser corrigido ou melhorado.

Sim na maioria das vezes amadurecer e doloroso, trás problemas, duvidas, frustrações, mas pelo menos conseguimos aprender com nossos erros e sermos donos de nossa vida, conseguindo determinar o que queremos ou não e em que momento faremos.

Pessoas são sempre especiais, pois são únicas, algumas mais que outras em função de ligações afetivas mais fortes, e bom perceber que de alguma forma fomos úteis em algum momento, e quem sabe por muito tempo ainda o seremos, pois crescer não se ensina, pois depende de uma enormidade de fatores, mas experiências de vida podem ser transmitidas e avaliadas para que não se cometa erros parecidos ou se perceba o que de correto fizemos.

Siga em frente então, cometa seus erros e acertos e o principalmente viva com a certeza que se você estiver bem e centrado naquilo que deseja, sua vida será mais fácil, pois sabendo exatamente o busca e por onde seguir conseguira as melhores soluções.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Vale a pena mudar por alguém?



Há algum tempo que não mudo por causa de terceiros. Muito tempo mesmo. Aprendi que, nem sempre o que achamos o melhor para eles, é o melhor para nós e, na realidade não sentia grande prazer nessas mudanças, porque, por muito que as provocasse de certa forma não alcançava algum tipo de realização pessoal.

Há sempre alguém que muda algo em sua rotina  e que traz alguma coisa nova para uma vida que estava se tornando monótona. Não quero mudar para lhe agradar, mudo porque sei que, quando falamos, sou eu mesmo que estou ali e que consigo ser mais do que aquilo que sou no dia a dia. Ninguém nunca me pediu que mudasse não me disse que esperava outra atitude da minha parte, simplesmente aceitou- me.

Porem há pessoas pelas quais vale a pena mudar!

É esse é um dos grandes debates da vida. Vale a pena mesmo mudar por alguém? Mesmo que seja para melhorar nosso comportamento?
Muitas pessoas mudam. Algumas porque querem mudar mesmo, outras por causa de alguém. Mudança apesar de nem sempre ser algo agradável, são sempre válidas quando parte da necessidade do individuo mudar porque quer, porque vê alguma coisa errada com ela. E nada e mais importante para o individuo que ver os seus defeitos e tentar mudar. Não mudem por ninguém. Mudem por vocês mesmo, mesmo quando achar que esta mudando por alguém esta mudança e por você mesmo, porque existe algo realmente muito importante na nossa vida que se você não mudar e melhorar será capaz de perder, no fundo esta fazendo isso pro você e não pelo outro.

Mas com sentimentos somos mais  complicados, porque muitos confundem ter que mudar com algo que vai mexer com seu brio, seu orgulho, sua personalidade, seu caráter. Muita gente não percebe que ao aceitar a mudança, poderá estar melhorando sua vida e suas relações.

As pessoas têm que mudar se realmente sentirem que estão erradas e se não mudarem vão perder algo muito precioso.
A pessoa só vai mudar se valer à pena a mudança. E muitas vezes, você superestima o valor que achava que tinha na vida dessa pessoa.

Então, se dê valor e não corra atrás de quem lhe trata mal, lhe despreza que não tem os mesmos objetivos em comum, porque é sofrimento em vão. Não insista naquilo que não vale a pena, mas antes, tente entender o lado de cada um, para poder ser justo e correto com todos.

Como mudar seu “Eu”


Talvez você ache estranho essa história de mudar de "Eu". Afinal, como posso mudar o que eu sou? A base da idéia é distinguir que existem pelo menos duas possibilidades para "ser". Existe o que sou de verdade e existe o que acredito que sou. Não posso mudar o que sou, mas posso mudar o que acredito que sou.
O que alguém acredita que é define comportamentos possíveis. Por exemplo, se realmente acredito que sou tímido, e se passa pela minha mente um comportamento mais extrovertido, pode ser que seja inibido devido àquela crença. Acreditar que sou capaz de lidar com qualquer situação certamente vai me fazer buscar alternativas, ao invés de desistir. Ou seja, se eu acreditar direitinho, meu cérebro não distingue entre a crença e a verdade.
Um aspecto relacionado às crenças sobre minha identidade é que pode haver distorções. Pode ocorrer que eu acredite em minha visão distorcida do meu próprio eu. Como alguém determina e sabe que é alguma coisa? Certamente deve ser porque têm padrões de comportamento ligados a imagem que faz de si, portanto, toda crença tem que ter experiências que a comprovam para a pessoa. Esta é a pista para mudar o que somos: se determino o que sou pelos meus comportamentos anteriores, se eu mudar meus comportamentos, logo serei diferente.
É curioso o círculo que se forma: meus comportamentos passados determinam o que acredito que sou, e o que acredito que sou influencia meus comportamentos. É semelhante aos hábitos: primeiro você faz o hábito, depois o hábito te faz.
Como mudar então? A solução é intervir inteligentemente nos seus modelos mentais, usando a imaginação para semear novas possibilidades de comportamentos, e imaginar-se também previamente preparando o que vai dizer.
Um ponto importante nesse processo é respeitar as objeções internas. No mais das vezes elas estão enviando mensagens. Medo e insegurança podem indicar necessidade de melhor preparação. Culpa pode indicar violação de valores.
Estruturando, siga os seguintes passos para mudar o que você acredita que é:
1) Determine um objetivo
2) Descubra comportamentos que definem para você que aquele objetivo foi atingido.
3) Verifique se os comportamentos são aceitáveis para seus valores e seu sistema em geral, e se serão legais ou úteis para você e outras pessoas.
4) Faça o ensaio mental dos comportamentos.
Tenha em mente que você não vai "adivinhar" o futuro, este nunca é totalmente previsível e o detalhamento final das decisões sempre é feito momento-a-momento. O que você vai fazer é gerar inspirações, que no momento apropriado vão surgir espontaneamente em sua mente. Assim você também vai preservar sua espontaneidade, já que são inspirações e não programações. 

domingo, 8 de janeiro de 2012

Faça a Escolha Certa!

A vida é um aprendizado constante. Temos a oportunidade de aprender com nossas experiências de vida e também com as vivências dos outros. Aprendemos com tudo o que vemos, ouvimos e sentimos. Essas experiências podem ser muito agradáveis e algumas vezes nem tanto.

Enquanto passamos por nossas experiências, chegamos a compreender se gostamos muito ou pouco de algo, ou até mesmo se não gostamos. Isto se refere à alimentação, roupas, atitudes, pessoas, músicas, esportes e experiências profissionais. Temos o livre arbítrio para escolhermos tudo isso.

Podemos decidir se nos alimentaremos com algo que gostamos ou não, se utilizaremos camisa de cor azul ou branca, se nos expressamos abertamente ou mais reservadamente, se ouvimos músicas clássicas ou rock, se jogamos futebol ou vôlei e se trabalhamos com pessoas, máquinas, animais, etc.
Tudo na vida é assim, se não fizermos a escolha certa, sofreremos por termos escolhido a errada.

Nem tudo na vida, acontece do jeito que queremos. Independente do que seja a vida não é perfeita, mas isso não é motivo para que não a façamos ser a melhor apenas com o que nos dá.
Feliz é aquele que sabe transformar lixo em obra de arte. As dicas de reciclagem podem até servir para o meio ambiente, mas acredite: aplique-as em sua vida e elas também servirão muito bem. Muitas vezes, a simplicidade de um momento pode se transformar em sua maior felicidade, basta saber aproveitá-lo.

Acredite: nada na vida é por acaso. Os aprendizados que ganhamos com cada erro, cada segundo que não sai do jeito que nos gostaríamos levam a viver uma vida muito melhor do que ela seria se tudo transcorresse bem. Por que, caso contrário, como saberíamos apreciar um sorriso quando o temos sempre? Inevitavelmente, é preciso o mal para ter o bem, é preciso sofrer para apreciarmos a felicidade. E é preciso descruzar os braços, para alcançarmos esse objetivo.

No fim do dia, será o esforço que fizemos para tirar o melhor proveito do que ganhamos que lembraremos com um sorriso no rosto. A vitória desse trabalho é apenas uma recompensa; o sofrimento, somente uma motivação para continuar. É claro que não é fácil todos sabemos disso muito bem. Mas será que isso é razão para dar pra trás? Será que a alegria vale menos do que a tristeza? Feche os olhos para todos os pensamentos ruins, que te impedem de continuar, e quando abrir você verá um mundo inteiramente novo à sua frente.