Total de visualizações de página

sexta-feira, 8 de abril de 2011


 A Declaração Universal dos Direitos, Artigo Primeiro diz: ¨Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade. ¨

A fraternidade é um conceito filosófico profundamente ligado às ideias de Liberdade e Igualdade e com os quais forma o tripé que caracterizou grande parte do pensamento revolucionário francês.

A ideia de fraternidade estabelece que o homem enquanto animal político fez uma escolha consciente pela vida em sociedade e para tal estabelece com seus semelhantes uma relação de igualdade, visto que em essência não há nada que hierarquicamente os diferencie. Este conceito é a peça-chave para a plena configuração da cidadania entre os homens, pois, por princípio, todos os homens são iguais.

Nada atualmente e mais desrespeitado que a ideia de fraternidade, fora do discurso filosófico, não existe nada em nossas característas fisiológicas normais que determine diferenças de potencial entre quaisquer seres humanos, apesar de todas as diferenças que podemos notar em cada pessoa, por dentro, somos todos iguais,  independente de sexo, caracteristas raciais, opção sexual, ideologia, religião, etc... ,TODOS  temos os mesmos direitos.  E o principal direito é ser respeitado em suas opções particulares, e não questionado em função de pensamentos errôneos que alguém possa ter a respeitos destas opções.

Grandes problemas......

Um amigo meu, me contou suas desventuras na adolescência.


Acabei pesando muito sobre o assunto. Não que tenham sido coisas demasiadamente boas ou ruins, pelo menos para mim. Mas apenas o normal de uma época de aprendizado em que tudo é meio fantasioso, pelo menos em minha interpretação, não estava na pele dele na época. 
Porém em determinada  etapa de nossas vidas, não temos noção dos caminhos que a vida nos direcionara, nem como lidar com o caminho que surge a nossa frente. Muita coisa nem será lembrada depois, mas  algumas experiências marcam, o problema e como a pessoa lidará com isso mas tarde! O que as vezes para uns seria algo pequeno e insignificante para outros pode ser tornar motivo de conflitos e medo, impedindo que seu desenvolvimento siga de modo tranqüilo, trazendo muitas vezes, dificuldades em lidar com novos acontecimentos, e fazendo com que a pessoa se feche para novas possibilidades. 
Mas cada caso e um caso, somos apenas humanos........

Dez dicas para você dizer não.


1. Esse não é o meu negócio
2. Não tenho intenção de fazer isso
3. A última vez que eu fiz isso, eu não gostei
4. Estou focado em outras coisas no momento
5. Preciso de um tempo sozinho para pensar nisso
6. Deixe-me checar meu calendário
7. Vou pensar sobre isso
8. Está fora das minhas mãos
9. Me parece tentador, mas no momento não
10. Não

Achei ótimo!

1) No popular se diz: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro' (coisa de mineiro) .
Correto:  'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro'

    
2) Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.'  
Enquanto o correto é: ' Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão


3) Cor de burro quando foge.'
O correto é: 'Corro de burro quando foge!'

4) Outro que no popular todo mundo erra: 'Quem tem boca vai a Roma.'  
O correto é: Quem tem boca vaia Roma.' (isso mesmo, do verbo vaiar).


5) Cuspido e escarrado' -quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa.
O correto é: 'Esculpido em Carrara.' (Carrara, Itália, onde se considera haver o mais perfeito mármore)

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Luto

Estou ate agora tonto com a noticia, a que ponto chegamos nesse mundo! 


Um a pessoa visivelmente alterada mentalmente, influenciado por coisas que via em outras partes do mundo, resolve fazer este absurdo e atirar em crianças dentro de uma escola, Estou pasmo ate agora.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Medo

Li este texto na net e achei muito legal, só não consegui descobrir de quem era, mas serve para muita gente.
"Quantas vezes você tentou e não conseguiu mudar uma situação com medo de não saber o que vinha pela frente?
Quantas vezes você se pegou chorando, pensando numa coisa muito melhor pra sua vida e não consegue dar um passo, trava, chora, espera uns minutos, pra voltar à mesma posição antiga, sem mudar absolutamente nada?
O ser humano tem medo de mudanças emocionais.
É duro evoluir quanto gente. Você nasce e passa pela infância e tem seu aprendizado de forma meio sutil, não mexe aqui, não vai ali que cai, você cai e se machuca.
Você aprende que a vida não é fácil e que seu corpo é frágil. Começam os medos físicos, os temores, mas você, claro, se não passar por nenhum trauma profundo, descobre que viver é seguir adiante.

Passando da infância pra adolescência, você descobre que os sentimentos são mais profundos, mas ainda é meio tudo ou nada, alegria infantil, raiva infantil que num instante passa. Você descobre que existe maldade, inveja, ciúme, sentimentos um pouco mais evoluídos na forma emocional. Você desenvolve pensamentos sobre isso, descobre que tem opinião, o que te faz bem, o que te faz mal.
É só mais um degrau do que vem por ai. Você vai se tornar adulto.
É, você se torna adulto. Dizem que certas crianças se tornam adultas mais cedo, é o amadurecimento. Talvez ela tenha passado por coisas que não deveria pra idade dela. Isso faz bem? Talvez sim, talvez não, depende do acompanhamento desta criança.

Bom, chegamos à fase adulta, é um misto de querer ser e não poder, sentir e não se achar, raiva de não sei o que, liberdade que você achou que ia ter e... Surpresa! Enganaram-te! Ninguém é livre, todos nós seguimos uma cadeia de acontecimentos na vida, porque não vivemos sós! Vivemos em sociedade, todos temos o nosso papel nela, não tem pra onde escapar!
Triste? Ah, não ligue, você se acostuma.

Agora, sabe o que a gente não se acostuma? De termos nossos sentimentos traídos.
Subjugados. Indeferidos.

Já que a vida é um aprendizado e a gente vive sempre aprendendo, não é possível que os outros achem que a gente não aprendeu direito.
Então, porque nos cutucam, nos provocam? Os outros não têm os mesmos sentimentos que a gente? Claro que sim, mas como são muitos, os outros nunca sabem qual o seu básico, além de raiva, alegria, dor. Então, temos que aprender a dizer sim, não e talvez de vez em quando. Amadurecer é saber respeitar o seu limite e o dos outros. É saber interpretar o que você quer e o que o outro deseja. É ter consciência do mal ou do bem que você faz a alguém, não só fisicamente, mas emocionalmente. Saber que aquilo que você é, é aquilo que você quer pra sua vida. É saber conviver.

Quando amadurecemos, viramos adultos no sentido emocional da palavra. Tornamos-nos “gente grande” quando estamos preparados para dizer o que queremos, o que sentimos, antes que alguém venha até nós e queira nos dominar, subjugar, passar por cima do que queremos e sentimos. E preparar-se pra briga, porque haverá confrontos, lutas, ás vezes desiguais. Mas eu sei que ninguém perde a guerra, podemos perder batalhas por coisas bobas, mas o que move a gente vai estar forte e firme e o que queremos é nossa mente a nosso favor.
Em resumo, a vida nos dá trabalho de casa todo dia, pra podermos nos graduar na nela.

E vamos sentir medos, frustrações, desencantos, fracassos, mas saberemos dar a volta por cima, porque antes de tudo, precisamos acreditar em nós mesmo e no que queremos e sentimos. Não se amargure e se ache fraco. Passa.

Todos nós somos fortes em algum ponto específico ou vários, aprenda a deixar seus sentimentos definidos e use-os quando for necessário, não esconda o que você quer da vida e dos outros. Amadureça e seja feliz."

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Bons tempos.

Estava falando com um amigo agora, e acabei me lembrando de fatos que alguns anos atrás. Põe anos nisso! Lembrei do grupo que tínhamos nas ruas próximas onde morávamos, cerca de 15 amigos que saiam juntos as vezes para comer Big Bobs na barra , cachorro quente em Copa ou sentar na praia apenas. Sinto falta desta coisa meio ingênua de uma cidade que se permitia ser ingênuo e fazer coisas que as vezes, pareciam ser meio bobas.

Sinto falta das festas nas casas dos amigos , dos discos de vinil,  da vitrola, do Cuba libre, do vinho de garrafão, coisas simples tão diferente da sofisticação de hoje em dia. Sinto muita falta mesmo dos amigos, uns já não estão mais conosco, outros estão longe, alguns perdemos o contato, coisas da vida.

Amigos naquela epoca era uma coisa seria, brigávamos por eles muitas vezes tivemos que aturar coisas absurdas , mas eram amigos. 

Hoje sinto falta disso , fazemos amigos instantâneamente, e com a mesma rapidez eles se vão. Aquela intimidade e a cumplicidade de outros tempos quase não existe, tudo e muito rápido baseado muitas vezes em algum interesse existente. Quando se tem algo que alguém precisa então, irá aparecer um número enorme de "amigos". 

A maioria das relações hoje em dia tem como base um fator econômico ou uma necessidade premente. Diferentes daquelas que cultivei durante esses anos, que era baseada apenas no afeto.

Existe prazo de validade para o ser humano?

Por causa de problemas pessoais me fiz esta pergunta, temos prazo de validade?

O que determina que fulano mais novo e melhor que o outro que tem mais idade? Se conseguissemos aprender algo com os orientais veríamos que mais idade significa mais conhecimento, mas capacidade e menos erros na maioria das vezes.

O problema é que a sociedade muitas vezes não quer nem os novos nem os com mais idade, coisa meio contraditória, apesar de o mercado ter lugar para todos, em função de sua experiência.

O lógico deveria ser a cada um de acordo com sua capacidade e competência, apenas isso o resto deixado de lado!

Quem sabe um dia se aprenda que não se deve levar em conta os fatores que nada tem haver com o que se espera de um colaborador, nem sempre fatores "mesquinhos" , que achamos importantes de acordo com nosso valores, não em função do trabalho a realizar, são os realmente importantes.

Esta difícil!

Não tem nada melhor para se fazer nesse pais que um deputado ficar falando besteiras! 

Ele esta no lugar errado devia abrir um blog de fofocas, parece mais vizinha fofoqueira que um parlamentar , vamos falar de coisas serias e agir de acordo com o que a constituição determina: todo são iguais perante a lei, inclusive quem se esconde atrás de imunidade parlamentar, para ser arrogante e prepotente, o mundo é outro acorda Bolsonaro a ditadura já acabou!

AMAR E SER AMADO!

Vivemos em uma sociedade onde o apelo sexual intenso, o gostar e o amar assumem o lugar de pseudo-importância mesmo que, na realidade, sejam para muitos um desejo ou uma utopia. A sexualidade plena e integrada é substituída pelo consumismo sexual que busca ocupar o lugar do extremo vazio, solidão, desqualificação de si mesmo. O amar se transforma em uma necessidade de suprir ao outro, em busca de, na realidade, preencher a si mesmo, possuir o objeto amado, tê-lo para si. O ser amado passa a ser uma conseqüência, um retorno que se espera a partir de todo o investimento que se faz no outro.

Cada vez mais, estamos percebendo a necessidade de se voltar para o cuidado com os relacionamentos, com as nossas características humanas que estão já há muito tempo sendo negligenciadas, esquecidas, reprimidas.
Diante de tantos acontecimentos assustadores que diariamente tomamos conhecimento, cresce a vontade de se ter tranqüilidade, de se sentir bem estar, de se conseguir ser feliz, de se viver de maneira mais harmoniosa.
Queremos e precisamos de demonstrações sinceras de afeto, de bem querer. Estamos percebendo que a nossa carência é incômoda, que por mais que adquirimos bens materiais, ela não diminui de verdade, apenas atenua um pouco, e por pouco tempo.

Durante muito tempo, houve uma corrida enlouquecida, desatinada, direcionada unicamente para a evolução intelectual, para se obter sucesso, respeito profissional, enriquecimento material.
A competitividade é estimulada em todos os setores, de uma forma extremamente convincente. Somos estimulados a enxergar como possíveis inimigos, e tratar como adversários, como rivais, não só aqueles com quem convivemos no local de trabalho, ou aqueles que encontramos pelas ruas. Mas a todos os que nos cercam, ignorando a importância de se ser cúmplices e companheiros na relação, e se posicionando nos relacionamentos, como adversários, cada um querendo superar, e quando for o caso, até mesmo derrubar e passar o outro para trás. Ou impedi-lo de crescer, de desenvolver e usar suas capacidades.

Quanta dificuldade temos, em expressar os sentimentos bons que trazemos dentro de nós! Como, muitas vezes, é bem mais fácil sermos ríspidos e agressivos com as pessoas com as quais convivemos.

Enquanto nao mudarmos a forma de abordar nossas relaçoes em todo os planos, de sermos mais autenticos e compreensivos, sem nos deixarmos ser manipulados, mais sim uma relação de igual para igual livre de pré-determinismos e baseados honestidade e confiança e compreenssão nao vejo muita mudança.